DREAMS – AKIRA KUROSAWA

O que falar desse filme tão fantástico? Cada sonho retratado por Akira Kurosawa é uma verdadeira aula de cinema,fotografia, arte e produção gráfica.

O filme “Sonhos” divide-se em oito histórias sobre a natureza humana

1 – Um raio de sol através da chuva:
[foto] Dreams - Akira Kurosawa

Uma lenda japonesa que diz quando há sol e chuva simultâneos é o dia dos casamentos das raposas.

2 – O jardim das pessegueiras:

[foto] Dreams - Akira Kurosawa
O Festival de Bonecas, ocorre geralmente na primavera quando as flores das pessegueiras estão totalmente abertas. Um verdadeiro balé, música, fotografia e coreografia impressionantes.

3 – A tempestade:

[foto] Dreams - Akira Kurosawa
Um sonho que lembra a lenda japonesa de Yuki-onna.

4 – O túnel:

[foto] Dreams - Akira Kurosawa
Um oficial do exército japonês se encontra com fantasmas de ex-soldados que estavam sobre seu comando e morreram durante a batalha. Um pesadelo sobre culpa e consciência.

5 – Corvos:
[foto] Dreams - Akira Kurosawa

[foto] Dreams - Akira Kurosawa
Um estudante de artes descobre-se dentro de uma das pinturas de Vicent Van Gogh durante uma visita a um museu de artes. Então inicia seu passeio dentre as várias obras do artista a fim de encontrá-lo.

6 – O Monte Fuji em vermelho:

[foto] Dreams - Akira Kurosawa
Cena fantástica onde as cores da fumaça simbolizam os efeitos da radiação nuclear.

7 – O demônio que chora:

[foto] Dreams - Akira Kurosawa
Um sonho pós-apocalípitico, os demônios simbolizam o lado mais vil e egoísta do ser humano. Mostra que se não mudarmos nossas prioridades, não cuidarmos melhor de nosso planeta nos tornaremos como eles.

8 – O vilarejo dos moinhos:

[foto] Dreams - Akira Kurosawa

Um vilarejo onde a “industrialização” e os produtos modernos ainda não chegaram. Consequentemente um vilarejo sem poluição, com habitantes mais felizes que celebram a vida até na morte. Um dos sonhos mais belos e repletos de esperança.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sonhos


Edelweiss

Edelweiss é o nome de uma flor encontrada no alto das montanhas e alpes da Suíça, da França, da Áustria, da Iuguslávia e da Itália. Ela se desenvolve nas alturas dessas montanhas. Edelweiss significa “branco precioso”, é uma linda flor em formato de estrela.

Dizem que quando você quer presentear alguém que signifique um amor eterno ou uma amizade eterna, dá-se uma flor de Edelweiss a essa pessoa, a flor eterna.

Dizem, também, que sua duração depois de seca é de mais de 100 anos.

A flor Edelweiss – Leontopodium alpinum, nasce entre os rochedos dos Alpes Europeus acima dos 1700 metros de altitude.

Existem muitas lendas de como a flor surgiu e histórias que fizeram com que a Edelweiss que em alemão significa branco nobre, se tornasse um Símbolo do Amor, isso por que muitos rapazes escalavam os Alpes, arriscando a vida para colhê-la e presentear a amada!

A Edelweiss esteve perto da extinção, e por iniciativa do governo austríaco tornou-se Patrimônio Tombado na França, Itália, Suíça, Iuguslávia e Áustria.

Hoje é cultiva em estufas, mantendo, contudo o valor simbólico em torno deste delicado arbusto.

Ela inspirou poetas pelo mundo e uma das composições é essa que leva o nome da flor: “Edelweiss”, tão linda e emocionante quanto a flor.

CURIOSIDADES

– A Edelweiss era a flor favorita do Imperador Austríaco Franz Josef (1864-1916) e da sua bela esposa Imperatriz Elizabeth (1837-1898), carinhosamente apelidada de “Sissi”.

– German Kaiser Wilhelm era apreciador da Edelweiss e também o rei Ludwig II da Bavaria (1864-1886), que construiu o romântico castelo de Neuschwanstein.

– É a flor nacional da Áustria e Suíça.

– A música Edelweiss foi composta em 1959, por Richard C. Rodgers, com letra de Oscar Hammerstein II para o musical THE SOUND OF MUSIC, protagonizado por Julie Andrews que conta a história verdadeira da família von Trapp . No Brasil o musical ficou conhecido como “A Noviça Rebelde”.

 


Eu sou um idiota

paulooliverSEJA UM IDIOTA

A idiotice é vital para a felicidade.
Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz! A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado? Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.

No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota! Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você. Ignore o que o boçal do seu chefe disse. Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.

Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice. Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.

Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo,soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?

hahahahahahahahaha!…

Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana? Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?

É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí,o que elas farão se já não têm por que se desesperar?

Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não.

Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas… a realidade já é dura; piora se for densa.

Dura, densa, e bem ruim.

Brincar é legal. Entendeu?

Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço,não tomar chuva.

Pule corda!

Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte.

Ser adulto não é perder os prazeres da vida – e esse é o único “não” realmente aceitável.

Teste a teoria. Uma semaninha, para começar.

Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são:
passageiras. Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir…

Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!

Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora?

A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, chore,dance e viva intensamente antes que a cortina se feche!


Frutos de uma mente perturbada.

Isso remonta uma certeza cravada no coração do sóbrio. E típico de um Brasil ladrão e um povo covarde, que não consegue transformar suas linhas de incertezas na consciência dos justos, isso fruto de uma mente perturbada, com habilidades irreversível de uma depressão taxada de santidade, agravada por alguns resquícios de fama. Pura ficção de uma fixação vampiresca de uma verdade idiota, uma Boacumba.

Paulo Oliver


Jamais chame um político de Filho da Puta. As meretrizes merecem maior respeito.

Não há pior analfabeto que o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. O analfabeto político é tão burro que se orgulha de o ser e, de peito feito, diz que detesta a política. Não sabe, o imbecil, que da sua ignorância política é que nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, desonesto, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo.


Da sagrada ingenuidade dos céticos ao realismo maquiavélico”

Não se constrói uma nova sociedade utilizando-se os mesmos recursos predominantes na velha estrutura social. Os marinheiros de Kronstadt, os camponeses da Ucrânia e os trabalhadores oprimidos por um Estado e um partido que governou ditatorialmente em seu nome que o digam. Neste caso, os fins já são outros e muito diferentes dos enunciados. Dialeticamente, os meios também mudaram e justificam-se pelos fins ora em pauta. Maquiavel tinha razão…


A SANIDADE MÍNIMA”

A BENÇÃO DA SANIDADE MÍNIMA

Nenhum de nós é totalmente bom da cabeça… Se somos todos pecadores, somos também todos ruins da cabeça, de um modo ou de outro. Por isto, não existe o ser “cabeça feita”. Existe, sim, aquele que não liga para a cabeça de quem quer que seja; e também existe aquele que tenta ser um fazedor de cabeças.

Um sofre de apatia… O outro sofre de excesso de antipatia… de ser também empaticamente anti-pática, e antipaticamente simpática, quando houvesse a-simpatia essencial nos encontros humanos. Só Jesus foi capaz disso o tempo todo. Assim, todos nós somos mentalmente incapazes de viver em perfeito equilíbrio. Ora, o normal é ser assim: mentalmente incapacitado de certas coisas, ou de certos discernimentos… A gente entende… Errar é humano…

Mas isso não nos põe na categoria dos mentalmente doentes. Apenas torna as nossas vidas enfermas da presunção de saúde: que é a doença dos sãos, os que não precisam de médico; ou a doença dos doentes que não querem cura. Há, todavia, um outro nível básico e cotidiano pelo qual se pode aferir a saúde relativamente aceitável de cada um de nós: pelo modo como nos comportamos em relação ao próximo quando temos a condição de ajudá-lo ou de tornar a vida de todos mais fácil. Você sabe se uma pessoa é “balanceada” — a própria palavra pressupõe uma oscilação — se ela sabe abrir espaço justo e verdadeiro entre os seus semelhantes. Num outro nível, ainda mais rotineiro, nós temos que viver a partir da presunção de sanidade coletiva. É apenas por esta razão que a gente dorme no ônibus, pega um avião, entra num táxi, faz uma curva de carro quando outro carro faz a mesma curva na direção oposta…

Em qualquer dos casos você confia na saúde da interação humana. O motorista do ônibus quer voltar para casa. O piloto do avião teria uma maneira melhor de se suicidar do que derrubando o próprio avião. E o motorista do táxi está apenas tentando ganhar dinheiro, mas se pudesse estaria vendo um bom jogo de futebol sentando na poltrona de casa.

Então, somos os enfermos de mente que temos que confiar na sanidade uns dos outros até para fazer uma curva de carro na esquina… Aonde isso nos leva? Bem, para mim leva a mundos infindáveis, mas aqui quero apenas mencionar um deles. Você já imaginou o tamanho da proteção que Deus dá à mente humana? Ficamos assombrados com o mar… Mas, e com a mente? Ao mar Deus pôs limites, dos quais ele não passará. E ele o obedece.

Mas e quem põe limites àquele que é o pervertedor das mentes pervertidas? O diabo teria inimaginável poder na Terra se o Deus de Jó não dissesse a ele: “Não lhe toques a mente!” Nossas “doenças mentais”, em geral, ainda são meigas e dóceis se comparadas àquilo que o “mal” poderia realizar em nós — que temos a mente furada como um queijo suíço! — se não houvesse um capacete invisível sobre as mentes de todos os homens! Vivemos, entretanto, dias nos quais é possível sentir que a camada protetora está ficando fina… O Apocalipse nos diz que chega o tempo em que seres antes acorrentados são liberados a fim de atormentar os homens… os quais desejam morrer… e não conseguem. Daí procederá a pior loucura coletiva! É a loucura de existir… acompanhada por ardente ânsia de morrer…Daí é que vem a loucura mais louca e mais destrutiva. A loucura se instala coletivamente mais do que nunca quando uma coletividade perdeu a significação para existir.

Aí, cumpre-se Apocalipse 9. Aí, cumpre-se aquilo que a humanidade jamais conheceu: a última loucura! E é por se multiplicar a iniqüidade que faz o amor se esfriar de quase todos que se instala a última loucura.

O resto é apenas loucura.